Remédio para o coração pode combater racismo
Um remédio comum para problemas no coração parecer ter o estranho efeito colateral de impedir pessoas de serem racistas.
Voluntários que ingerem regularmente o betabloqueador, receitado para baixas frequências cardíacas, obtiveram menores pontuações em testes psicológicos sobre racismo. Esses pacientes pareciam ser menos racistas que aqueles que foram tratados com uma pílula de efeito placebo.
Segundo os cientistas, a descoberta pode ser explicada porque o preconceito racial é fundamentado no medo, sintoma combatido pelo remédio em questão, assim como ansiedade e pânico.
A psicóloga que liderou o estudo, Sylvia Terbeck, afirmou que o resultado mostra novas evidências sobre processos cerebrais que geram racismo implícito. "Até pessoas que sinceramente acreditam na igualdade social podem sofrer de racismo implícito", finalizou.

















