A Teoria do Big Bang
Mas, uma teoria chega bem perto disso, a teoria do “Big Bang”. O primeiro a usar este nome para descrever a teoria que explica a origem do universo de uma “explosão” primordial, foi o físico inglês Fred Hoyle que propunha, na época, uma outra teoria para explicar a origem do cosmos, a já derrubada “teoria do universo estacionário”.
Foi este afastamento que deu a base para que em 1927 Georges Lemaítre (cosmólogo belga) formulasse a teoria do Big Bang baseado na teoria da relatividade de Einstein e nas equações de Alexander Friedmam.
Até então, havia uma mistura de partículas subatômicas (qharks, elétrons, neutrinos e suas partículas) que se moviam em todos os sentidos com velocidades próximas à da luz. As primeiras partículas pesadas, prótons e nêutrons, associaram-se para formarem os núcleos de átomos leves, como hidrogênio, hélio e lítio, que estão entre os principais elementos químicos do universo.
Ao expandir-se, o universo também se resfriou, passando da cor violeta à amarela, depois laranja e vermelha. Cerca de 1 milhão de anos após o instante inicial, a matéria e a radiação luminosa se separaram e o Universo tornou-se transparente: com a união dos elétrons aos núcleos atômicos, a luz pode caminhar livremente. Cerca de 1 bilhão de anos depois do Big Bang, os elementos químicos começaram a se unir dando origem às galáxias.
Essa é a explicação sistemática da origem do universo, conforme a teoria do Big Bang. Aceita pela maioria dos cientistas, entretanto, muito contestada por alguns pesquisadores. Portanto, a origem do universo é um tema que gera muitas opiniões divergentes, sendo necessária uma análise crítica de cada vertente que possa explicar esse acontecimento.
Às 9h30m da demonstração pública do acelerador, os primeiros prótons percorriam o sentido das agulhas do relógio ao túnel da máquina. Às 15h, uma segunda leva das partículas, mas, desta vez, no sentido contrário, completava o mesmo percurso. No entanto, os cientistas não chegaram a realizar o choque entre as partículas. Para eles, ainda é necessário esperar.
As pessoas ainda temem os efeitos do acelerador, como a criação de buracos negros ou outras catástrofes planetárias. Porém, o Conselho Auxiliar de Segurança do projeto concluiu que ele pode até criar mini buracos, mas que estes são "incapazes de agregar matéria ao seu redor de forma perigosa para a Terra".
Um fato curioso: o laboratório que criou o acelerador é o mesmo que desenvolveu a internet a nível mundial. O ex-diretor da Cern, Chris Llewellyn, explica que o objetivo do projeto era fazer com que físicos de diferentes partes do mundo pudessem compartilhar grandes quantidades de dados de pesquisa sobre partículas.

















